<html><head> <meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=iso-8859-1" /><title>UNICEPE</title><STYLE>A:hover {}.spanstyle { COLOR: lightgrey; FONT-FAMILY: Tahoma; Arial, Monaco, Monospace, Courier, Mono; FONT-SIZE: 10pt; POSITION: relative; TOP: -10px; VISIBILITY: visible; font-weight: bold;}</STYLE><SCRIPT> var x,yvar step=10var flag=0var message="Unicepe "message=message.split("")var xpos=new Array()for (i=0;i<=message.length-1;i++) { xpos[i]=-50}var ypos=new Array()for (i=0;i<=message.length-1;i++) { ypos[i]=-50}function handlerMM(e){x = (document.layers) ? e.pageX : document.body.scrollLeft+event.clientX y = (document.layers) ? e.pageY : document.body.scrollTop+event.clientY flag=1}function makesnake() { if (flag==1 && document.all) { for (i=message.length-1; i>=1; i--) { xpos[i]=xpos[i-1]+step ypos[i]=ypos[i-1] } xpos[0]=x+step ypos[0]=y for (i=0; i<message.length-1; i++) { var thisspan = eval("span"+(i)+".style") thisspan.posLeft=xpos[i] thisspan.posTop=ypos[i] } } else if (flag==1 && document.layers) { for (i=message.length-1; i>=1; i--) { xpos[i]=xpos[i-1]+step ypos[i]=ypos[i-1] } xpos[0]=x+step ypos[0]=y for (i=0; i<message.length-1; i++) { var thisspan = eval("document.span"+i) thisspan.left=xpos[i] thisspan.top=ypos[i] } } var timer=setTimeout("makesnake()",10)}</SCRIPT><SCRIPT> for (i=0;i<=message.length-1;i++) { document.write("<span id='span"+i+"' class='spanstyle'>")document.write(message[i]) document.write("</span>")}if (document.layers){ document.captureEvents(Event.MOUSEMOVE);}document.onmousemove = handlerMM;</SCRIPT><script language=javascript>function janelaSecundaria (URL){ window.open(URL,"janela1","scrollbars=yes,resizable=yes,width=900,height=500,top=100,left=200,")}</script> <link rel=stylesheet href="./../../definicoes/stsheet.css"><!--link rel="stylesheet" href="./definicoes/global.css" type="text/css" /--></head> <body onload=makesnake() > <font color="darkblue" size=4> <b>2017-05-15, segunda-feira, 18h:</b> <br><br> lanamento do livro "Pecados da igreja", de Secundino Cunha <br><br> <img src="./pecados.jpg"> <br><br><font color="darkred" size=2> Introduo<br><br> Todos somos pecadores<br><br> A Igreja, como reza o Credo, "una, santa, catlica e apostlica". Mas, ao ser constituda por homens, no ser tambm ela pecadora? A questo de resposta complexa e no colhe a unanimidade dos especialistas.<br><br> "Homens pecadores, mulheres pecadoras, sacerdotes pecadores, religiosas pecadoras, bispos pecadores, cardeais pecadores, Papa pecador? Todos. Como pode ser santa uma Igreja assim?", perguntou o Papa Francisco na catequese sobre o Credo que proferiu, na Praa de S. Pedro, a 2 de outubro de 2013.<br><br> O Papa referiu que a Igreja " santa porque provm de Deus que santo", mas sublinhou que ningum pode pensar que "a Igreja s dos puros, daqueles que so totalmente coerentes". "Trata-se de uma verdadeira heresia, porque a Igreja, que santa, no rejeita os pecadores; no nos rejeita a todos ns; no rejeita porque chama todos", afi rmou o sucessor de Pedro. A Igreja santa, afi rma o Papa, explicando que os seus membros que so pecadores. Mas Francisco sublinha que a Igreja "acolhe" e "chama" todos, ou seja, apesar de santa, recebe no seu seio os que pecam. J o telogo brasileiro Paulo Ricardo Azevedo defende que a Igreja apenas santa e que no pode ser ao mesmo tempo santa e pecadora. Assegura que a expresso "igreja santa e pecadora" consubstancia uma contradio inultrapassvel. O sacerdote afi rma que "a Igreja santa e imaculada", mas lembra que, apesar disso, "os seus membros so pecadores". E sustenta a sua tese numa declarao do Papa Paulo VI que consta do artigo 827 do Catecismo da Igreja Catlica: "A Igreja santa, no obstante compreender no seu seio pecadores, porque ela no possui em si outra vida seno a da graa: vivendo da sua vida que os seus membros se santifi cam; e subtraindo-se sua vida que eles caem em pecado e nas desordens que impedem a irradiao da sua santidade. por isso que ela sofre e faz penitncia por estas faltas, tendo o poder de curar delas os seus fi lhos, pelo Sangue de Cristo e pelo dom do Esprito Santo."<br><br> Para o telogo, "a Igreja como um ncleo e cada catlico um membro que pode aproximar-se ou afastar-se desse ncleo. Ao aproximar-se da Igreja, o catlico cada vez mais santifi cado pela Graa que dela emana. Da mesma forma, se livremente o catlico decide afastar-se dela, por sua prpria responsabilidade, afasta-se da comunho com o Corpo de Cristo". Paulo Ricardo Azevedo considera inclusive que, quando comete pecado, o homem deixa de pertencer Igreja e s volta a integr-la aps a expiao da falta.<br><br> A verdade que j muitos Papas pediram perdo por escndalos e pecados diversos, mas nunca o fi zeram em nome da Igreja. Nunca se ouviu a frase "A Igreja pede perdo". Se tal tivesse ocorrido, teria de se depreender que a Igreja poderia ser pecadora.<br><br> Um dos mais badalados pedidos de perdo, no perodo mais recente, ocorreu em maio de 1995, quando, em visita Repblica Checa, o Papa Joo Paulo II pediu perdo pela Inquisio e por todas as guerras e atrocidades praticadas em nome de Cristo.<br><br> "Hoje, eu, Papa da Igreja de Roma, em nome de todos os catlicos, peo perdo pelas injustias infl igidas aos no catlicos no curso da histria atribulada desses povos. E ao mesmo tempo garanto o perdo da Igreja Catlica pelo mal que seus filhos sofreram", afirmou Karol Wojtyla. Mais tarde, em junho de 2010, surgiu o famoso pedido de perdo de Bento XVI s vtimas de abusos sexuais praticados por sacerdotes catlicos. "Pedimos insistentemente perdo a Deus e s pessoas envolvidas, enquanto prometemos que queremos fazer todos os possveis para que semelhante abuso no volte nunca a acontecer", disse o Papa Ratzinger, sem nunca referir que se tratava de um pedido de perdo da Igreja.<br><br> E o mais recente pedido de perdo ocorreu na visita do Papa Francisco Sucia, em outubro de 2016, nas comemoraes dos 500 anos da Reforma Luterana, quando pediu perdo Igreja Protestante pelos erros cometidos durante cinco sculos de guerras, perseguies e execues. Uma vez mais, foi o Papa e no a Igreja Catlica a pedir o perdo.<br><br> 13<br><br> Conclumos, ento, que, mesmo que a Igreja no seja pecadora, as pessoas da Igreja so-no. E que quando se fala em "pecados da Igreja" se pretende dizer "pecadores da Igreja". que, como bem sabemos, um pecado cometido por um clrigo (a Igreja no composta apenas por clrigos, mas estes so os seus representantes consagrados) tem um impacto social incomparavelmente superior ao cometido por um leigo. O padre confessa e perdoa pecados; no , em raciocnio linear, suposto que os pratique. Neste livro damos conta de duas dzias de histrias que, em nosso entender, confi guram as maiores polmicas envolvendo a Igreja Catlica <br><br> dos casos mereceu aturado tratamento jornalstico, mas, sem entrarmos no campo da anlise ou dos juzos de valor, vamos um pouco mais alm, dando conta de diversos aspetos que fi caram por desvendar, ou tentando corrigir algumas ideias erradas que perpassaram no calor dos acontecimentos. Feitas as contas, as concluses a tirar so apenas duas: que s Deus pode julgar e que todos somos pecadores.<br><br> Secundino Cunha <br><br> <img src="./pecados_2.jpg"> <br><br> <p align="right"> <br> <font color="darkgreen" size=1><b> <p align=right>LIVROS DISCOS LIVROS DISCOS LIVROS DISCOS LIVROS DISCOS LIVROS DISCOS LIVROS DISCOS<br> </body> </html>