2016-09-10, sábado, 16h00: Lançamento, com apresentação de Luís Adriano Carlos, professor na FLUP, do livro "Espelho breve", de Veiga Luís, que tem prefácio de Isabel Pires de Lima e capa e direção gráfica de Armando Alves.

Morgana Pereira Patriarca

    

Nasceu a 25 de Abril de 1998 e começou os seus estudos musicais em 2000 com a professora Joana Silva, na Escola de Música de Gondomar.

Em 2001 ingressa na Academia de Música de S. Pio X em Vila do Conde onde inicia o estudo de flauta transversal com Apolinário Correia. Aqui estuda com Ana Catarina Costa, Ana Isabel Azevedo e Lilia Caleiro. Ingressa na Academia de Música de Costa Cabral em 2012 onde estuda com André Ramos.

Frequentou Masterclass com Marcos Fregnani Martins e Nuno Inácio nos Cursos de Aperfeiçoamento Musical em Vila do Conde e nos Cursos de Aperfeiçoamento no Conservatório de Música de Barcelos, com Gil Magalhães no Conservatório de Coimbra e com Marco Pereira nos Cursos de Aperfeiçoamento na Póvoa de Varzim. Além disso trabalhou com Jacques Zoon na Escola Profissional de Viana do Castelo, com Raquel Lima nas Aulas Abertas da ESMAE e na Academia de Flauta de Verão, na qual também trabalhou com Stephanie Wagner, Katharine Rawdon e Monika Streitová. Frequentou também Masterclasses organizados pela AFLAUP (Associação de Flautistas de Portugal) com Michel Bellavance e Vasco Gouveia. Trabalhou também com os maestros José Eduardo Gomes, Luís Carvalhoso, José Rafael Pascual Vilaplana , Roland Dahinden, Douglas Bostock e Alex Schillings. Atualmente, é membro do estúdio pessoal de Stephanie Wagner.

Recebeu o 2o Prémio do Concurso “Marília Rocha” – Edição 2009. Em 2016, nas Olimpíadas Musicais da Academia de Música Costa Cabral, recebeu o 2o prémio ex-aexquo na categoria individual e o 1o prémio, com o Quinteto Clássico da AMCC, na categoria de Música de Câmara.

Em 2005 participou na estreia da ópera “As Quatro Portas do Céu” de Eduardo Luís Patriarca e em 2013 estreou “Haikus para Morgana” do mesmo compositor, nas Olimpíadas Musicais da Academia de Música Costa Cabral, onde obteve uma Menção Honrosa. Em 2015 participou como primeira flauta na obra “A Children’s Requiem Brevis” de André Ramos e estreou “La Fée Maraboutée” de Eduardo Luís Patriarca. Ainda no mesmo ano, estreou com o trio de flautas da AMCC "Factor Maia: Chwen" de Eduardo Luís Patriarca. Deste último compositor, é dedicatária de grande parte da sua obra para flauta. No âmbito da Orquestra Sinfónica da Academia de Música Costa Cabral, como elemento estreou obras de Daniel Martinho.

É membro fundador do Coffee Quartet, que se estreou em concerto nos Encontros Nova Música, fazendo a primeira audição de obras especificamente escritas para o grupo pelos compositores Rúben Borges, Nuno Lobo, André Ramos e Eduardo Luís Patriarca.

Em 2014 foi 1a Flauta nas orquestras Sinfónica e de Sopros da Academia de Música Costa Cabral, no Concerto de Reis na Sala Suggia da Casa da Música e em 2015 tocou flautim na orquestra Sinfónica do Estágio de Orquestra da Academia de Música de Costa Cabral no Concerto de Reis na Casa da Música e no IV Estágio de Orquestra Sinfónica de Jovens.


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